Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Decorre de 19 de julho a 8 de agosto a apresentação de candidaturas à primeira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior (2017/2018).

A global média apresenta o guia de candidatura simplificado que se segue na imagem.

Contudo, aconselha-se a que acompanhem a informação oficial da DGES.

 

Guia acesso ensino superior 2017_2018_intro.jpg

 

Guia acesso ensino superior 2017_2018.jpg

 

Condições de elegibilidade para atribuição de bolsa de estudo

(Veja aqui uma versão do Regulamento anotado e comentado)

bolsas_superior_2017_2018_novo regulamento de bolsas 2017_2018 (1).jpg

 

 
CONCURSOCONTINGENTES/REGIMESACESSOORGANIZAÇÃO
REGIME GERAL Concurso Nacional

Contingente Geral

Contingentes especiais:

Ensino Superior Público

 

Licenciatura

Mestrado Integrado

DGES
Concursos Locais

Ensino Superior Público

 

Licenciatura

Mestrado Integrado

Instituições de Ensino Superior
Concursos Institucionais

Ensino Superior Privado

 

Licenciatura

Mestrado Integrado

Instituições de EnsinoSuperior

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

REGIMES ESPECIAIS  
  1. Missão Diplomática Portuguesa no Estrangeiro
     
  2. Portugueses Bolseiros no Estrangeiro e Funcionários Públicos em Missão Oficial no Estrangeiro
     
  3. Oficiais das Forças Armadas Portuguesas
     
  4. Bolseiros Nacionais dos Países Africanos de Expressão Portuguesa
     
  5. Missão Diplomática Acreditada em Portugal
     
  6. Praticantes Desportivos de Alto Rendimento
     
  7. Naturais e Filhos de Naturais de Timor-Leste

Ensino Superior Público
e Privado

 

Licenciatura

Mestrado Integrado

DGES
 

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 
CONCURSOS ESPECIAIS Concurso especial para maiores de 23 anos

Ensino Superior Público
e Privado

 

Licenciatura

Mestrado Integrado

Instituições de Ensino Superior
Concurso especial para titulares de diploma de especialização tecnológicas locais
Concurso especial para titulares de diploma de técnico superior profissional
Concurso especial para titulares de outros cursos superiores

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

CONCURSO ESPECIAL PARA ACESSO AO CURSO DE MEDICINA POR TITULARES DE GRAU DE LICENCIADO Mais Informação

Ensino Superior Público
e Privado

 

Licenciatura

Mestrado Integrado

Instituições de Ensino Superior

 

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

CONCURSO ESPECIAL DE ACESSO PARA ESTUDANTES INTERNACIONAIS Mais Informação

Ensino Superior Público
e Privado

 

Licenciatura

Mestrado Integrado

Instituições de Ensino Superior

 

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

CONCURSO DE ACESSO A CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS Mais Informação

Ensino Superior Público
e Privado

Regime Ensino Politécnico

 

Curso técnico superior profissional

(não conferente de grau)

Instituições de Ensino Superior
 

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 
 

 

 

bolsas_superior_2017_2018_Aumento e rendimento per capita (2).jpg

 

Um agregado de 3 pessoas que ganhou até 23.413,77€ pode aceder a bolsa de estudo.

Um agregado de 4 pessoas que ganhou até 31.218,36€ pode aceder a bolsa de estudo.

 

EXEMPLO: num agregado familiar de 3 pessoas, se um membro tiver ganho, no ano anterior, €10.000 e o outro €13.000 e não tiver outros rendimentos nem património para além da habitação própria permanente, tudo indica que tenha um rendimento total de €23.000, o que dá um rendimento per capita na ordem dos €7666,66; e que, nestes termos, tudo indica que possa aceder a bolsa de estudo,visto que o rendimento per capita do agregado familiar fica abaixo dos €7.804,59 X 3 = €23.413,77 previstos no Regulamento de Bolsa 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Pensão e reforma unificada.jpg

 

Sabe o que é a pensão unificada e como se calcula?

Trabalhou e descontou no estrangeiro e requereu a consolidação desses descontos?

 

Verificou se os descontos foram todos considerados?

Se efetuou descontos para mais de uma entidade deve requerer a reforma/pensão unificada. Informe-se em cada uma das entidades (em baixo indicamos alguns links dos sítios nacionais e estrangeiros que lhe podem ser úteis).

Veirifique sempre com atenção o ofício onde lhe é comunicado o apuramento e descritivo da reforma/pensão, devendo ter em atenção os prazos para oposição/reclamação.

 

A pensão unificada corresponde a uma pensão geral a pagar a quem trabalhou quer no setor público, quer no setor privado e que tenha efetuado descontos para os dois regimes de apoio social (Caixa Geral de Aposentações e Segurança Social).

Poderá fazer aqui a simulação de cálculo de pensões de invalidez ou velhice - SS (Informação da SS atualizada em: 06-01-2017), relativa ao tempo de descontos para a Segurança Social. Mais abaixo apresentamos simulador da Caixa Geral de Aposentações.

 

Na simulação de cálculo de pensões de invalidez ou velhice da Segurança Social é aplicada a fórmula geral de cálculo de pensão. Não estão contempladas situações especiais de cálculo, por exemplo as de pensão unificada.

A simulação de cálculo de pensões de invalidez ou velhice do regime geral de Segurança Social está elaborada de acordo com as regras estabelecidas no Decreto-Lei n.º 187/2007, de 10 de maio, na redação dada pelo artigo 63.º da Lei n.º 64-A/2008, de 31 de dezembro e pelos Decretos-Leis n.º 167-E/2013, de 31 de dezembro, n.º 8/2015, de 14 de janeiro e n.º 10/2016, de 8 de março, aplicando-se a pensões iniciadas em data igual ou posterior a 1 de janeiro de 2017.

Permite ao cidadão obter um valor simulado de pensão com base nos dados disponíveis no sistema ou hipotéticos, por ele introduzidos.

Esta simulação não considera o prazo de garantia exigido para a concessão da pensão, pelo que pressupõe que o mesmo esteja cumprido no regime geral.

O simulador funciona nas versões atuais dos browsers Microsoft Internet Explorer, Firefox e Opera e requer que esteja instalada a máquina virtual JAVA de 32 Bits da versão mais recente.

Para a obter aceda a http://www.java.com/pt_BR/download/manual.jsp e siga as instruções de instalação. É aconselhável também instalar as ultimas atualizações do sistema operativo e do browser que utiliza.
Deixou de ser suportado o browser Google Chrome pois este já não suporta JAVA desde dia 1 de setembro de 2015.

 

Simulador offline - versão janeiro de 2017

Simulador para download.

 

Fazer o cálculo e a simulação da pensão unificada

Para fazer o cálculo da pensão unificada a receber, o beneficiário deve começar por utilizar o simulador da Caixa Geral de Aposentações, com o tempo de contribuições neste regime.

De seguida calcula-se a pensão relativa ao tempo de serviço com descontos para a Caixa Nacional de Pensões, já de acordo com as regras da Segurança Social.  Na página da Segurança Social Direta encontra um simulador disponível.

Depois o beneficiário soma as duas pensões e calcula uma pensão virtual com as regras da CGA como se tivesse contribuído para a CGA durante o tempo de serviço inscrito na CGA, mais o tempo de serviço de descontos para a Segurança Social.

Na continuação, calcula-se a diferença entre a pensão a que se chegou e a soma das duas pensões. 

Por fim, soma-se metade da diferença anterior à soma das duas pensões, obtendo-se a pensão unificada devida.

 

» RSS icon Serviços RSS online da CGA 

» O que deve saber sobre o pedido de aposentação

» Simulador de Pensão - Aviso - Instruções

» Lista mensal de Aposentados e Reformados - Lista mensal DR

» PrestaçõesAposentação - Sobrevivência - Subsídio por Morte - Outros Regimes

Declarações e Fotocópias Autenticadas - Declarações de Situação Contributiva (entidades)

A partir de abril de 2010, a CGA disponibiliza às entidades uma nova funcionalidade que permite solicitar, através da CGA Directa, declarações de situação contributiva e de não dívida.

Custos

A emissão de declarações, para entidades não isentas, encontra-se sujeita ao pagamento de € 5,00 por cada folha, só com anverso. A este valor acrescem os custos dos portes, pela emissão por via postal, que os CTT cobrarem ao correio simples para o território nacional até 20 gramas.

Forma de pagamento e envio

No dia seguinte ao pedido da declaração, a entidade encontra na sua conta-correnteonline, na CGA Directa, o Documento Único de Cobrança com a referência para pagamento. Os pagamentos deverão ser efetuados exclusivamente através de um dos canais habilitados a validar e comprovar a operação:

  • Balcões Bancários Balcões de Entidades Bancárias;
  • Homebanking Sistemas Homebanking;
  • SIBS Sistema Multibanco.

A declaração é posteriormente emitida pela CGA e enviada à entidade por correio.

 

Custos

A emissão pela Caixa Geral de Aposentações de certidões, declarações ou fotocópias autenticadas encontra-se sujeita ao pagamento pelos requerentes, dos seguintes valores:

  • € 5,00 por cada folha, só com anverso;
  • € 7,00 por cada folha, com anverso e reverso;
  • € 1,00 por cada lauda ou fração a mais.

Quando os documentos emitidos devam ser remetidos, por via postal, a quem os tenha requerido, aos valores referidos acrescem os custos correspondentes (o custo dos portes é o que, em cada momento, os CTT aplicarem ao correio simples para o território nacional até 20 gramas).

Forma de pagamento

O pagamento das importâncias devidas pela emissão dos documentos em causa será efetuado:

  • Relativamente aos pensionistas da CGA, por débito na pensão seguinte;
  • Relativamente aos restantes, por cheque emitido à ordem da CGA, por crédito em conta (NIB 0035 0001 00000585030 42) ou em numerário.

Momento do pagamento

Salvo no caso dos pensionistas, o documento solicitado não será emitido sem que se mostre efetuado o respetivo pagamento, pelo que se sugere que o requerente, quando o pedido seja apresentado pelo correio, junte ao requerimento o correspondente cheque ou comprovativo bancário do crédito em conta.

Comprovativo

Consoante a forma de pagamento utilizada, o comprovativo assumirá uma das seguintes formas:

  • Aviso informático relativo à pensão em que foi debitado o emolumento;
  • Recibo de modelo oficial emitido pelo serviço de atendimento presencial da Caixa;
  • Documento bancário de crédito em conta.

Canais de contacto com a CGA

 
 
 
Mapa de localização da Sede da CGA
Latitude: 38º 44' 38.4" N(38.744007)
Longitude: 9º 8' 54.9" W(-9.148580)

Atendimento presencial Atendimento Presencial

  • na Sede da CGA
    (todos os dias úteis, das 8:30 às 15:00) 

    Rua Dr. Eduardo Neves, 9
    1050-077 Lisboa

    Apartado 1194
    1054-001 Lisboa
  • nas Lojas do Cidadão 
    Porto (Antas) 
    (todos os dias úteis, das 8:30 às 19:30 e sábados das 9:30 às 15:00)

Atendimento telefónico Atendimento Telefónico

  • 217 807 807 (linha azul) 
    (todos os dias úteis das 8:30 às 16:30)

Atendimento escrito Atendimento Escrito

(centraliza as respostas a todos os pedidos de informação e esclarecimento sobre qualquer assunto relacionado com a CGA, devendo estes ser dirigidos à Direção da CGA)

  • Carta
    para a morada da Sede da CGA
  • Fax
    218 456 885
  • E-mail
    cga@cgd.pt

A Caixa Geral de Aposentações conta com a colaboração dos seus utentes para a melhoria da qualidade dos serviços que presta, devendo, nos contactos com a CGA, indicar sempre:

  • Nome completo;
  • Número de Subscritor ou Pensionista, conforme o caso;
  • Referência da comunicação da CGA, em caso de resposta.

Para uma resposta mais rápida, utilize, por favor, o E-mail.

 

Canais de contacto com a Segurança Social

 

Atendimento telefónico da Segurança Social

A Linha Segurança Social dispõe de um Atendimento personalizado e de um Atendimento automático.

Ligue 300 502 502

Se ligar do estrangeiro: +351 300 502 502

Custo: Valor de uma chamada para a rede fixa, de acordo com o seu plano tarifário.

Quando ligar tenha consigo o Número de Identificação da Segurança Social (NISS) e o Código de Segurança para Acesso ao Atendimento Telefónico da Segurança Social.

Horário do Atendimento personalizado: dias úteis das 9h00 às 17h00.

Horário do Atendimento automático: 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Guias práticos - Segurança Social

Subsídio por Cessação de Atividade para Trabalhadores Independentes Economicamente Dependentes 09-06-2017 PDF - 260 KB
Subsídio por Cessação de Atividade Profissional para Trabalhadores Independentes com Atividade Empresarial 09-06-2017 PDF - 277 KB
Subsídio por Cessação de Atividade Profissional para Membros dos Órgãos Estatutários das Pessoas Coletivas 09-06-2017 PDF - 252 KB
Subsídio de Desemprego 09-06-2017 PDF - 336 KB
Subsídio de Desemprego – Montante Único 09-06-2017 PDF - 195 KB
Pensão de Invalidez 07-06-2017 PDF - 637 KB
Pensão de Velhice 07-06-2017 PDF - 778 KB
Subsídio por Assistência de Terceira Pessoa 02-06-2017 PDF - 539 KB
Pagamento de Contribuições à Segurança Social 01-06-2017 PDF - 528 KB
Apoios Sociais - Amas 19-05-2017 PDF - 460 KB
Licenciamento da Atividade dos Estabelecimento de Apoio Social 19-05-2017 PDF - 452 KB
Bolsa de Estudo 17-05-2017 PDF - 517 KB
Subsídio Social Parental 16-05-2017 PDF - 596 KB
Subsídio Parental Alargado 15-05-2017 PDF - 492 KB
Subsídio de Doença 11-05-2017 PDF - 545 KB
Subsídio Mensal Vitalício 02-05-2017 PDF - 453 KB
Abono de Família Pré-Natal 27-04-2017 PDF - 592 KB
Abono de Família para Crianças e Jovens 27-04-2017 PDF - 655 KB
Subsídio de Funeral 27-04-2017 PDF - 465 KB
Inscrição, Admissão e Cessação de Atividade de Trabalhador por Conta de Outrem 12-04-2017 PDF - 591 KB
Pensão de Sobrevivência 07-04-2017 PDF - 728 KB
Alteração de Dados 30-03-2017 PDF - 430 KB
Destacamento de Trabalhadores de Portugal para Outros Países 29-03-2017 PDF - 454 KB
Declaração de Remunerações 29-03-2017 PDF - 488 KB
Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados 27-03-2017 PDF - 557 KB
Pensão Social de Invalidez 24-03-2017 PDF - 572 KB
Pensão Social de Velhice 24-03-2017 PDF - 462 KB
Inscrição, Alteração Membros dos Orgãos Estatutários (MOE) 22-03-2017 PDF - 456 KB
Regime de Layoff 15-03-2017 PDF - 495 KB

Regime Especial de Proteção na Invalidez (Esclerose Múltipla, Esclerose Lateral Amiotrófica,

Doença de ParKinson, Doença de Alzheimer e outras)

07-03-2017 PDF - 531 KB
Complemento por Dependência 07-03-2017 PDF - 429 KB
Complemento por Cônjuge a Cargo 07-03-2017 PDF - 398 KB
Reembolso de Despesas de Funeral 06-03-2017 PDF - 172 KB
Subsídio por Morte 06-03-2017 PDF - 161 KB
Pedido de Pensão com Aplicação de Instrumentos Internacionais – Invalidez, Velhice e Morte 06-03-2017 PDF - 214 KB
Bonificação por Deficiência 24-02-2017 PDF - 478 KB
Majoração do Montante do Abono de Família para Crianças e Jovens 24-02-2017 PDF - 196 KB
Incapacidade Temporária por Doença Profissional 23-02-2017 PDF - 473 KB
Fundo de Garantia - Pensão de Alimentos Devidos a Menores 21-02-2017 PDF - 543 KB
Subsídio Social de Desemprego 20-02-2017 PDF - 76
 

 

 

Sítios Nacionais

Logo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social
Logo Caixa Geral de Depósitos Caixa Geral de Depósitos
Logo Imprensa Nacional - Casa da Moeda Imprensa Nacional - Casa da Moeda
Logo Portal do Cidadão Portal do Cidadão
Logo Segurança Social Segurança Social
Logo ADSE ADSE - Direção Geral de Proteção Social aos Funcionários e Agentes da Administração Pública

Sítios Estrangeiros

Logo AEPSPI Associação Europeia das Instituições de Reforma do Setor Público
Logo Prospeur - Europa Prospeur - Europa
Logo ISSA Associação Internacional de Segurança Social (AISS)
Logo KP/AS Dinamarca
Kommunernes Pensionsforsikring (KP/AS)
Logo Kuntien Elakevakuutus Finlândia
Kuntien Elakevakuutus
Logo CDC França
Caisse des Dépôts et Consignations (CDC), Branche Retraites
Logo AKA Alemanha
Arbeitsgemeinschaften Kommunale Altersversorgung (AKA)
Logo VBL Alemanha
Versorgungsanstalt des Bundes und der Länder (VBL)
Logo Department of Finances - Irlanda Irlanda
Department of Finances
Logo INPDAP Itália
Istituto Nazionale di Previdenza per i Dipendenti dell'Amministrazione Pubblica (INPDAP)
Logo ABP Países Baixos
Stichting Pensioenfonds (ABP)
Logo Elkarkidetza Espanha
Elkarkidetza
Logo KPA Suécia
Kommunsektorns Pension AB (KPA)

Autoria e outros dados (tags, etc)

O presidente da Comissão Europeia indigna-se face às faltas e ausências dos eurodeputados, bem como, face ao desrespeito do Parlamento e dos deputados, para com os países mais pequenos.

O mesmo acontece em diversas instituições onde os representantes são pagos pelo dinheiro do povo. Muitos aparecem só quando lhes interessa ser vistos ou quando os oradores têm mais popularidade ou poder.

Sim,  isto é muito ridículo. 

A Europa já nao existe. A maioria desta gente anda por lá apenas pelos seus próprios interesses e não em representação de todos os cidadãos europeus.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Uso da sanita aos 5 meses (1).jpg

 

Alguma vez pensou como é que os bebés aprendiam a controlar as necessidades fisiológicas antes de haver fraldas, ou como é que ainda hoje fazem em países ou tribos onde não há fraldas?

Saiba que existe um método adotado por um número crescente de mães e pais, incluindo médicos, que é semelhante ao usado desde há séculos em todo o mundo.

 

 

Na última consulta, a Pediatra disse-nos para começarmos a sentar a nossa filha e nós pensamos: porque não começar a senta-la na sanita ou no bacio/penico?, sempre que detetamos aquela expressão facial, aqueles sons e o contorcer do corpo, que qualquer mãe ou pai presentes e atentos, depressa percebem.

 

 

Desde o início que começamos a perceber que se colocássemos a nossa bebé no muda fraldas e fossemos pacientes para aguardar, ela, por vezes, fazia as suas necessidades fisiológicas antes de voltarmos a colocar a nova fralda. Já era uma poupança e até contribuíamos para a redução da Pegada Ecológica, comportamento fundamental para melhorar o ambiente que deixamos aos nossos filhos.

 

Vai daí que, começamos a pesquisar os tempos e métodos mais apropriados para ir preparando a nossa bebé para o bacio ou sanita. Foi assim que descobrimos o método da Higiene Natural do Bebé sem (ou com) fraldas, também conhecido por "Elimination Communication (EC)" ou "Natural Infant Hygiene, and Infant Potty Training"

 

Trata-se de um método que permite começar, desde logo, a trabalhar e a treinar com bebés de colo, com vista a que deixem, o mais breve possível, o uso das fraldas. Há especialistas, incluído médicos, que aconselham esta prática entre o nascimento e o início da locomoção (idealmente por volta dos 5 a 6 meses de idade), sendo também ideal para trabalhar bebés mais crescidos, que têm maior dificuldade em aprender a usar a sanita com redutor ou o bacio/penico.

 

O processo depende muito mais do trabalho de equipa (dos pais com o bebé) e da respetiva comunicação e inter-relação, do que propiamente com aquilo que denominamos por "treino". Ou seja, a tentativa ou insistência sucessiva, sem método de comunicação e de interação com o bebé, não é suficiente e chega mesmo a ser desgastante para os pais e para o bebé. A observação e a comunicação são a chave mestra para que pais e filhos compreendam as necessidades fisiológicas e a forma natural de as praticar.


Há quem defenda que a característica mais importante deste método esteja relacionada com o facto dos pais começarem a trabalhar este método ainda antes do bebé conseguir manter-se sentado. Enquanto muitos pais gastam demasiado tempo e dinheiro em muda continuada de fraldas, descurando ou desconhecendo que os bebés aprendem depressa muitas coisas, inclusive a realização das necessidades fisiológicas na forma e local mais higiénico, nem que seja no jardim ou quintal.

 

Este método é de muito difícil aplicação quando os pais se vêem obrigados a depositar os bebés na creche, sendo por isso importante refletir sobre a licença parental, sobre a responsabilidade social e ecológica e sobre a vida mais natural.

 

Pesquisas relacionadas com artigos sobre higiene natural do bebé

Segue-se informação fundamentada sobre diferentes métodos (em breve será disponibilizada a tradução)

Canadian Medical Association

Toilet training children: when to start and how to train

Darcie A. Kiddoo, MD

Additional article information

Toilet training is felt to be a natural process that occurs with development, yet very little scientific information is available for the physicians who care for children. In reality, toilet training is a complex process that can be affected by anatomic, physiologic and behavioural conditions. Accepted norms of toilet training relate more to cultural differences than scientific evidence. Despite this, parents continue to approach their family physicians and pediatricians for advice about toilet training. This article summarizes the most common methods of toilet training and provides an overview of the literature in an attempt to help physicians provide advice to their patients.

Methods of toilet training have fluctuated over the last 100 years from passive and lacking in structure, to coercive and regimented, to child-oriented and semistructured. The first description of a standardized method of toilet training was published in 1962 by Brazelton. He developed a “child readiness” approach, which was child-focused and unregimented. The children started training at 18 months of age, and, in a group of 1170 children, daytime continence was achieved by a mean age of 28.5 months.1 Children were considered “ready” to start training when they were physiologically capable of the process and when the child and parent were emotionally ready. Both the child and parent needed to be interested and had to be in a social situation where toilet training was possible. The child required some degree of bowel and bladder control, identified by the ability to suppress reflexes of the bladder and bowel, and had to have the neurologic capability to cooperate, as seen in children who can perform basic gross motor skills.

Spock discussed toilet training in Baby and Child Care,published in 1968. Like Brazelton, Spock recommended a child-oriented approach, starting when the child displayed signs of readiness.2He was opposed to absolute rules that could result in behavioural problems.

In 1973, Foxx and Azrin published a method that was structured and parent-oriented.3 This method still required the child to be physiologically and psychologically ready. The authors used predefined tasks to ascertain whether the child was ready. Once readiness was determined, a four-step method was used that included increased intake of fluids, scheduled toileting, positive reinforcement and overcorrection of accidents. Two small studies of 34 and 49 children used this method, and children who had passed the readiness test were trained in a mean of 4.5 hours.3,4

Other methods that have emerged include the very early approach of assisted toilet training in infants,5 operant conditioning and the daytime wetting alarm.6 Early training of infants begins when the infant is two to three weeks of age. The infant is placed on the toilet after a meal and whenever the parent thinks the child may need to evacuate his or her bowel or bladder. The parent makes a noise that is linked to elimination and conditions the child to evacuate with the noise. Variations in this method of toilet training of infants exist, including the three-phase approach and elimination communication. Benefits of these methods include cost savings, limitation of pollution and improvement of comfort. There are no studies evaluating these methods.

Operant conditioning is a component of other training methods; however, this specific approach is based on both positive and negative reinforcement. Dryness is rewarded with affection, toys or candy, and accidents are dealt with through punishment or lack of positive attention. The daytime wetting alarm is a device that is attached to the diaper and rings when wet. Parents are asked to place their child on the toilet when the device rings.

In 2006, the Agency for Healthcare Research and Quality published a systematic review evaluating the evidence for methods of toilet training.7Only three trials included in the review involved healthy children, and none of those three trials directly compared the two most common methods by Brazelton, and Foxx and Azrin. In a randomized trial involving 71 children, the method by Foxx and Azrin performed better than the method by Spock.8 Another trial randomly assigned 406 children to groups and found that the avoidance of negative terms in relation to defecation in addition to the Brazelton method was better than the Brazelton method alone.9 In a randomized study involving only 10 children, the method by Foxx and Azrin was used. Children whose mothers were supervised by an experienced trainer had improved results compared with children whose mothers only read a book.10

Since the 2006 systematic review,7 only one small trial has been published that compared the daytime wetting alarm with simple timed toileting; the study found the alarm to be more successful than simple timed toileting.6

Despite the lack of evidence, the American Academy of Pediatrics and the Canadian Paediatric Society recommend a child-oriented approach based on expert opinion. They advise starting when the child is 18 months of age and suggest that the child must be interested in the process.11,12

Adverse events that are discussed in association with toilet training include toileting refusal for stool, withholding of stool, encopresis, hiding while defecating and urinary disorders of elimination. Only a few studies identified in the 2006 systematic review addressed adverse outcomes.7Brazelton reported a 1.4% incidence of problems after five years of age using his child-oriented method, and Fox and Azrin did not report on adverse events.1,3 One retrospective case–control study of 4332 children found that children who had symptoms of incontinence or infections were more likely to have been rewarded and punished during toilet training, whereas children with no symptoms of the lower urinary tract were more likely to have been encouraged by their parents to try again later.13

A common question asked is when to begin toilet training. Bakker and colleagues and Taubman and coauthors found a higher incidence of incontinence and urinary tract infections when children were trained later (Bakker > 18 mo; Taubman > 42 mo).9,13 Blum and colleagues concluded that toilet training at a younger age (18–26 mo) was associated with a longer training interval but no adverse events.14 More recently, a case–control study and found that toilet training after 32 months was associated with a higher incidence of urge incontinence.15 However, the mean ages may not be clinically significant at 31.7 months in children with incontinence and 28.7 months in controls.

Several groups of authors have found that age at toilet training was not a predictor in children with urologic problems.1618Finally, Joinson and colleagues, who published the only study using regression analysis to evaluate age at toilet training, found that training after 24 months was associated with higher odds of daytime wetting.19

Various methods exist to toilet train children and most start with an evaluation of the readiness of the child. There is no level-1 evidence to prove which method is best. There is little information about long-term harm associated with toilet training. However, there is some evidence to suggest that more disorders of elimination may develop in children who toilet train late. In the absence of evidence, the treating physician must rely on expert opinion and should turn to the Canadian Paediatric Society and the American Academy of Pediatrics for advice for patients that is unlikely to cause harm.

Key points

  • There is little evidence supporting specific methods of toilet training.
  • Toilet training should be started when both the child and parent are willing and able to participate.
  • A positive, consistent approach to toilet training is unlikely to cause long-term harm.

Footnotes

 

Competing interests: None declared.

 

 

This article was solicited and has not been peer reviewed.

 

Article information

CMAJ. 2012 Mar 20; 184(5): 511.
PMCID: PMC3307553
Darcie A. Kiddoo is with the Divisions of Pediatric Surgery and Urology, Department of Surgery, University of Alberta, Edmonton, Alta.
Correspondence to: Dr. Darcie A. Kiddoo, ac.atreblau@ooddikd
 
Articles from CMAJ : Canadian Medical Association Journal are provided here courtesy of Canadian Medical Association

References

1. Brazelton TB. A child-oriented approach to toilet training. Pediatrics 1962;29:121–8[PubMed]
 
2. Spock B. Baby and child care. New York (NY): Meredith Press; 1968
 
3. Foxx RM, Azrin NH. Dry pants: a rapid method of toilet training children. Behav Res Ther1973;11:435–42 [PubMed]
 
4. Butler JF. The toilet training success of parents after reading Toilet Training in Less than a Day. Behavior Therapy 1976;7:185–91
 
5. Sun M, Rugolotto S. Assisted infant toilet training in a Western family setting. J Dev Behav Pediatr 2004;25:99–101[PubMed]
 
6. Vermandel A, Weyler J, De Wachter S, et al. Toilet training of healthy young toddlers: a randomized trial between a daytime wetting alarm and timed potty training. J Dev Behav Pediatr 2008; 29:191–6 [PubMed]
 
7. Kiddoo D, Klassen TP, Lang ME, et al. The effectiveness of different methods of toilet training for bowel and bladder control. Evidence report/technology assessment no. 147. Rockville (MD): Agency for Healthcare Research and Quality; 2006 [PMC free article] [PubMed]
 
8. Candelora K. An evaluation of two approaches to toilet training normal children. Diss Abstr1977;38:(5-B).
 
9. Taubman B, Blum NJ, Nemeth N. Stool toileting refusal: a prospective intervention targeting parental behavior. Arch Pediatr Adolesc Med2003;157:1193–6 [PubMed]
 
10. Matson JL, Ollendick TH.Issues in toilet training normal children. Behav Ther 1977;8:549–53
 
11. Wolraich ML, Tippins S.American Academy of Pediatrics guide to toilet training. New York (NY): Bantam Books; 2003
 
12. Community Paediatrics Committee, Canadian Paediatric Society Toilet learning: anticipatory guidance with a child-oriented approach. Paediatr Child Health 2000;5:333–44 [PMC free article] [PubMed]
 
13. Bakker E, Van Gool JD, Van Sprundel M, et al. Results of a questionnaire evaluating the effects of different methods of toilet training on achieving bladder control. BJU Int2002;90:456–61 [PubMed]
 
14. Blum NJ, Taubman B, Nemeth N. Why is toilet training occurring at older ages? A study of factors associated with later training. J Pediatr 2004;145:107–11 [PubMed]
 
15. Barone JG, Jasutkar N, Schneider D. Later toilet training is associated with urge incontinence in children. J Pediatr Urol 2009;5:458–61[PubMed]
 
16. Chen JJ, Ahn HJ, Steinhardt GF. Is age at toilet training associated with the presence of vesicoureteral reflux or the occurrence of urinary tract infection? J Urol 2009;182:268–71[PubMed]
 
17. da Fonseca EM, Santana PG, Gomes FA, et al. Dysfunction elimination syndrome: Is age at toilet training a determinant? J Pediatr Urol 2011;7:332–5[PubMed]
 
18. Yang SS, Zhao LL, Chang SJ.Early initiation of toilet training for urine was associated with early urinary continence and does not appear to be associated with bladder dysfunction. Neurourol Urodyn 2011. Mar. 10 doi: 10.1002/nau.20982 [Epub ahead of print] [PubMed][Cross Ref]
 
19. Joinson C, Heron J, Von Gontard A, et al. A prospective study of age at initiation of toilet training and subsequent daytime bladder control in school-age children. J Dev Behav Pediatr2009;30:385–93 [PubMed]

Autoria e outros dados (tags, etc)

Agora que o roaming acabou, já podemos procurar o melhor operador e melhor preço por toda a Europa.

Mas qual será a operadora que apresenta os melhores preços das telecomunicações móveis e de internet na Europa?

Deixamos aqui algumas dicas, como ponto de referência,  mas será necessário prestar atenção aos preços e promoções mais atuais.

Por vezes vale a pena pedir a um amigo que nos envie um cartão de telemóvel com serviço de internet.

 

A tabela que se segue contém uma recolha de preços de 2015, sendo por isso um ponto de referência sobre como fazer antes de contratar o serviço. 

3280790_orig-1.jpg

 

Enquanto, nós por cá, ainda temos preços muito elevados para a Internet móvel,  já há países com preços e condições bem melhores que aquelas que nos apresentam as operadoras portuguesas.  Mas também há preços e condições piores. Por isso aconselhamos a que recolham e comparem previamente a informação sobre os preços e condições. 

 

É trabalhoso, mas compensa fazer uma pesquisa sobre os preços e condições,  atendendo a que já não estamos sujeitos ao roaming.

 

Se hoje alguma operadora lhe cobrar mais de 10 euros por 1GB de internet, não aceite e informe-se melhor!

 

Deixamos aqui um site que reúne todas as operadoras de vários países com os preços mais ou menos atualizados ( PrePaid GSM ).

 

LINKS ÚTEIS PARA A SUA VIAGEM Booking.com

Get Your Guide

Rental Cars

Seguros Promo

Autoria e outros dados (tags, etc)



Mais sobre mim

foto do autor


Mensagens



Junte-se a nós no Facebook

Please wait..15 Seconds Cancel

Calendário

Julho 2017

D S T Q Q S S
1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031





eXTReMe Tracker